sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Sociedade Hunter - 3

Capitulo 3 – Novidades. 

 Entrei na Sociedade Hunter eu já fui direto para a ala de treinamento. Passei quase o dia todo por lá, assim que escureceu eu iria sair de lá e aproveitar para espionar Lia. Talvez encontrar alguma evidencia que a culpasse, foi quando eu encontrei com Ellen, a secretaria do líder da Sociedade, Philippe.
- Venha, temos noticias para você. 
Eu simplesmente a segui. Ao entrar Philippe não parecia estar nervoso, mais sim preocupado. 
- O que foi Philippe?  
- Eu tenho novidades sobre o caso de sua mãe. – ele disse com um pesar na voz. – Baseado nas suas investigações contra a Lia, a Sociedade também deu seus passos e conseguimos desbloquear uma ligação de Lia antiga com sua mãe. 
- Sim, e o que tem? – perguntei, eu podia imaginar que essa ligação declararia Lia culpada ou inocente. 
- Baseado na ligação... – ele suspirou – podemos declarar Lia Tonson culpada pelo assassinato de sua mãe Yukiko Torres. – eu tive a sensação que eu ia explodir de felicidade. 
- O que vocês descobriram pela ligação? – perguntei ansiosa. 
- Era uma conversa de Lia com a mãe. – respondeu ele – e tudo indica que lia matou a Sra. Torres a mando de sua mãe Lívia Tonson. Ambas serão julgadas na sexta-feira que vem e se elas forem declaradas culpadas, quem aplicara a sentença de morte é você. 
- Obrigado pela ajuda Philippe. – foi ai que eu me lembrei do incidente de hoje à tarde – Philippe? 
- Sim?  
- Hoje à tarde, depois da escola, Lia e eu brigamos. – seus olhos se arregalaram – e eu queria saber se isso pode interferir no julgamento. 
- Tinha humanos por perto? 
- Sim.
- A briga foi interferida por humanos? 
- Sim.
- Então não, nós podemos usar o argumento que foi uma briga para manter as aparências de que vocês duas são humanas. – ele pareceu aliviado. 
- Então até sexta, Philippe. – eu me despedi
- Até sexta Nina. – depois que ele se despediu, ele me pediu – e, por favor, tente se conter em relação a Lia. 
- Ok. 
Eu sai da sala dele e fui direto para a minha casa, com a barriga gelada pelo fato de ter que enfrentar os meus padrinhos. Assim que eu abri a porta, vi na sala meus padrinhos, que estavam sentados no sofá e na mesa de centro minha suspensão. Minha barriga congelou.
- Que bom que você chegou Nina. - Falou Saulo. - Temos mesmo que conversar com você. 
- Se for pelos acontecimentos de hoje, poupe suas palavras, - rebati - pois eu não vou ouvi-las.
- Você não era assim querida - disse Lola - Você era doce e amorosa a um mês atrás.   
- Era! Do verbo não é mais! - eu falei - Em um mês madrinha, as coisas podem mudar e muito. 
- Nós sabemos Nina, mais não é por isso que você tem que agir dessa forma. - Saulo falou de uma maneira desagradável.
- Vocês não precisam se preocupar comigo, eu vou sai dessa casa em duas semanas. – eu não aguentaria viver ali por muito mais tempo e tenho certeza de que a Sociedade poderia me ajudar. 
Pude ver que ambos ficaram chocados, tanto que não disseram uma palavra sequer. Subi as escadas e entrei em meu quarto, senti que eu estava chorando. Droga! Eu tomei um banho e deitei na cama. Comecei a pensar no que aconteceria sexta e assim eu dormi. 
Acordei com o telefone de casa tocando, de pijama desci para atender.
- Oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii amoooooooooooor! - disse a voz melosa de Lia. 
- Sou eu. - respondi sem ânimo.
- Ah - ela reclamou - ele ta ai? 
- Não sei, eu acabei acordar. 
- Ah. Bom, já que ele não esta ai, eu posso falar com você. Eu vou direto ao assunto. Eu sei quem é você e você sabe quem eu sou. E eu acho melhor você me deixar em paz.
- Eu nunca mexi com você, foi sempre você que fazia de tudo para me irritar pelo fato de eu ser sua irmãzinha bastarda. – falei secamente. – E eu sei que você só esta com o Law só pra piorar a minha vida. 
- Olha, - ela riu - você é mais esperta que eu imaginei. Mais não foi só por isso, foi também pra te irritar. Porque eu sei dos seus sentimentos por ele. Hahahahaha! - eu ia retrucar, mas nesse momento a porta de casa se abriu e o Law apareceu e ficou surpreso ao me ver, eu também fique surpresa em vê-lo e meu coração bateu mais forte. Ele ficou vermelho, foi ai que eu percebi que eu estava com meu pijama preto de renda da Victoria Secrets. Eu corei. 
- É pra você. - disse passando o telefone pra ele. 
Ele não respondeu, somente pegou o telefone da minha mão e começou a conversar com Lia. Eu subi para o meu quarto, ao olhar no relógio fiquei assustada eram quatro horas da tarde, eu havia dormido quase o dia todo! Tomei um banho e escovei os dentes e depois resolvi sair para comer alguma coisa. Afinal era sábado. 
Coloquei uma calça jeans e uma blusa de mangra cumprida, peguei algum dinheiro que eu tinha e desci as escadas, ao chegar na sala vi que Law ainda falava com Lia. Sai de casa e comecei a andar sem destino nenhum, até que eu cheguei a uma pequena pracinha, resolvi sentar em um banco e deixar minha mente vagar. 
- Nina? – disse uma voz familiar, eu olhei para ver quem era, e eu me deparei com Jared, ele também era um Hunter. 
- Ah! – eu falei – Oi Jared.
- Oi Nina! – disse ele se sentando ao meu lado – Tudo bem com você?
- Tá tudo sim – menti – e com você?
- Bem também. – respondeu ele – eu fiquei sabendo que você estava caçando o assassino de sua mãe e que você o encontrou e que o julgamento será na sexta-feira. É verdade? 
- É verdade sim. – Nossa, a história já havia se espalhado.
- Todos estão curiosos para saber quem é. – disse ele desapontado – mais Philippe quer absoluto sigilo.
- O sigilo é melhor quando se trata de um assassinato. – agradeci ao Philippe mentalmente por isso.
- Concordo com você. 
Passamos alguns minutos em silencio, até que Jared novamente puxou assunto. 
- Nina, eu estava pensado se você não topa jantar comigo hoje? – eu fiquei surpresa pelo convite, eu nunca tinha realmente prestado muita atenção no Jared, mais ali, com o sol se pondo, eu pude ver que ele era muito bonito. Ele tinha uns 18 anos, era loiro dos olhos verdes, tinha em torno 1,82 de altura e cada musculo do seu corpo era bem definido. Mais o que ele tinha de mais belo era sua gentileza e educação. Eu não queria esquecer o Law, mais o Jared era o tipo de cara que valia a pena tentar se relacionar, e eu tinha apenas 16 anos e eu sabia que eu tinha que aproveitar bem cada momento, até porque o tempo não volta pra trás.
- Tudo bem. – respondi – eu aceito. 
- Serio? Fico feliz com isso. – seus olhos brilharam e seu sorriso foi de orelha a orelha. – Que horas eu posso te pegar? 
- Me pegue a sete e meia. – respondi
- Ok, até mais tarde então. 
- Até mais tarde. 
E ele saiu andado com um sorriso enorme no rosto. Eu sorri e me voltei para casa, ao passar pela porta eu não vi ninguém, ao olhar o relógio eu vi que já eram seis horas. Subi ao meu quarto e tomei outro banho e comecei a me arrumar para sair com Jared. Ao sair do banheiro eu me olhei nua no espelho por uma fração de segundo; eu tinha 1,61 de altura e pesava 53 kg, o meu corpo era em uma medida ideal com seios medianos e um quadril avantajado, pernas longas e grossas e uma
cintura de violão, e não tinha nenhuma imperfeição ou cicatriz, eu tinha o corpo que qualquer menina se mataria para ter. Meus olhos eram azuis como o céu e para completar cílios longos e fartos. Meu nariz era um pouco arrebitado e levemente achatado. Minha boca era bem delineada e levemente corada de vermelho. Meus cabelos eram longos e negros e caiam em ondas perfeitas até o quadril sem nenhum fio quebrado ou com frizz. Minhas mãos eram pequenas e delicadas, mas eram pesadas e vinham acompanhadas por unhas longas, finas e afiadas e extremamente resistentes. E eu era assim graças a minha linhagem vampírica. 
Eu não sabia bem o que vestir, então coloquei uma calça jeans preta de cós alto e uma blusa de alça fina de seda branca. Como a blusa foi posta dentro sa calça isso deu certo charme e leveza. Prendi meu cabelo em um rabo de cavalo elegante e deixei alguns fios soltos, e os sapatos eu resolvi colocar o meu all star preto novo. Ao acabar eu me olhei no espelho e vi que eu estava bem arrumada. Passei um pouco de lápis de olho e rímel para valorizar um pouco mais meus olhos. Olhei o relógio, já eram sete e vinte, peguei minha bolsa e um sobretudo de camurça preto e desci as escadas delicadamente, ao chegar na sala pude ver que Law e os meus padrinhos estavam lá vendo TV e ambos me olharam surpresos ao me ver bem arrumada. 
- Vai sair querida? – perguntou Lola sem um pingo de curiosidade na voz
- Vou sim madrinha – respondi educadamente – Eu volto antes das dez, prometo. 
- Tudo bem querida, divirta-se! – desejou ela.
Eu sai porta a fora. Lola era a única que não havia mudado comigo desde a suspensão, isso porque ela entendi o que eu estava passando. Eu amava profundamente Lola. Não demorou muito para que Jared chegasse, seu carro era lindo, era um Astra prata exuberante. Ele desceu do carro e eu pude ver que ele estava tão bem vestido quanto eu; ele usava uma calça jeans azul escura, com tênis da adidas, sua camisa era branca, lisa, de manga curta, ele estava muito elegante. 
- Você está linda! – ele elogiou abrindo a porta do carro pra mim. 
- Obrigada, você também está muito elegante. – falei sinceramente. 
- Obrigado. – agradeceu ele corando.
Eu olhei para casa, eu vi que pela janela os três olhavam para ver com
quem eu ia sair, suspirei. 
- Parece que seu irmão não gosta de ver você saindo com outros garotos. – disse Jared entrando no carro e ligando o motor. 
- Não ligue para ele. – pedi – eu e ele estamos meio brigados. 
- Ah! – disse Jared surpreso – entendo. 
Enquanto ele dirigia, nós dois conversávamos sobre vários assuntos, eu pude ver que ele queria me conhecer melhor. Nós conversávamos de assuntos banais e de assuntos importantes, era fácil conversar com Jared porque ele não insistia em uma resposta que eu não queria dar. 
Sair com Jared foi uma coisa legal, eu me diverti muito. Quando foi nove e meia eu estava em casa, ao passar pela porta pude ver que os três ainda estavam na sala. Eu ri mentalmente.
- Se divertiu querida? – perguntou Lola.
- Sim, foi muito divertido. – respondi com um sorriso. 
- Que bom querida. – ela disse sorrindo.
Eu subi as escadas sem dizer uma palavra, em seguida coloquei meu pijama e deitei na cama, logo em seguida percebi que eu estava muito cansada e dormi rapidamente. 
Continua... 

Por Nina Carvalho

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Imagens de Até a Morte (personagens)


 Oi õ/
 A pedido de uma anônima,eu fiz esse post com as imagens de como são os personagens de Até a Morte.Lembrando que:

 -Usei um programa de desenho para faze-los.
 -Não estão muito bons,mas da pra ter uma noção de como eles são.
  
Então,la vão eles!Espero que gostem ^^


 Essa é a Mokochi

 Esse é o Math

 Esse é o Will

 Essa é a Momoko

 Esse é o Connie

 Essa é a Sekai


 Esses são os gêmeos Yukina e Yukiteru (logo eles aparecem na história)









 Essas são a Irmã e a mãe de Momoko (da esquerda pra direita)












Por Mimei-Chan












sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Até a Morte - 5

Capitulo 5 - Novas Pessoas

  No dia seguinte,Connie ainda não havia contado à Momoko sobre o ocorrido.Ele nem pensava em contar,já que isso poderia ter algum tipo de relação com o assassinato de sua mãe e de sua irmã.Os dois se arrumam,e vão para a escola.Chegando lá,eles vêem dois garotos sentados no banco onde eles gostam de se sentar.
-Quem são aqueles?(Momoko nunca havia visto os dois na escola antes)
-Não faço ideia.Devem ser alunos novos.
-...
  
  Os dois se aproximam dos garotos.Connie se apresenta,e em seguida,apresenta Momoko.
-Oi!?
-Oi
-Meu nome é Connie.Essa aqui é a Momoko.
-Prazer.Me chamo William,mas vocês podem me chamar de Will.E esse é meu irmão Mathew--
-Sem formalidades maninho.Me chamem de Math.
  
Mathew observa Momoko disfarçadamente,enquanto Connie e Will conversam sobre assuntos variados.Momoko percebe,e então abaixa a cabeça.Math começa a puxar assunto com ela,e pergunta se ela e Connie são parentes.Ela diz que não,e ao dizer que eram namorados,fica corada.Ele olha com uma expressão de ironia,e de atração para ela (isso fez ela ficar ainda mais vermelha).Connie olha para Math,e ele muda de assunto.
-Momoko-chan,você é de que sala?
-Primeiro ano,sala 3...
-Sério!?Eu caí nessa sala!
-Que legal.
  Ele chega perto dela,e sussurra:
-Espero que possamos ser amigos,ou até...Um pouco mais do que isso.
Ela quase derrete de tanta vergonha.O sinal toca,*KIN KON KAN KON* eles se despedem,e então cada um vai para sua sala.Math acompanha Momoko,sempre a observando.Quando chegam na sala,Mokochi ja estava esperando-a.
-Momoko!
-Ah,oi Mokochi!
-Voc-- (ela olha para Math,e chega a ficar sem palavras)
-Oi!Eu sou Math,prazer.
-M-mokochi...Eu me chamo Mokochi (ela fica envergonhada,pois Math,era um rapaz bem atraente)
  Eles entram na sala de aula,e se sentam.Como Momoko se sentava no fundo,perto da janela,Math se sentou na frente,onde havia uma mesa vaga.
A professora chega,e apresenta Math para a turma.A aula começa.50 minutos depois,toca o sinal de troca de aulas.A aula seguinte era educação física,então,todos seguiram para os vestiarios para se trocar.Math fica andando ao lado de Momoko.Mokochi percebe,e então diz:
-Momoko,temos que conversar.
-Ta Mokochi.
Ela vão para a quadra,e se sentam longe do pessoal que estava correndo,e então,Mokochi começa a fazer perguntas sobre Math.Momoko explica que o conheceu mais cedo,e que ele tinha um irmão mais velho chamado William (Mokochi parecia interessada em Will).Math chega perto delas.Duas alunas do primario trazem um recado para Mokochi.Ela deveria ir para a sala de reunião do grêmio imediatamente.Ela deixa os dois sozinhos conversando.
Math começa a elogiar Momoko,e como ela ainda era tímida,ficava cada vez mais corada.
-Você...É muito bonita sabe.
-O-obrigada...
-Você realmente namora aquele cara ruivo?
-S-sim.Algum problema com isso?
-Não.Só acho,que ficaria melhor com outra pessoa.
-NÃO!
  Math,envergonhado,pede desculpas a ela.Ele diz,que mesmo tendo visto ela por apenas uma hora,se sentiu atraído por ela,pois ela era linda,e tinha uma expressão de inocencia em seu rosto.
Um pouco distante dali,estava Mokochi.Correndo pelos corredores,ela da de cara com Sekai.
-Ai!!
-Desculpa Sek--
Antes e terminar de falar,Mokochi escorrega,e cai da escada,rolando até o segundo andar.Ela tinha ematomas pelo corpo,e sangue saindo de sua boca,nariz,e de alguns cortes feitos na queda.William passava pelo corredor nesse momento,e então,desesperado,a levou para a enfermaria.Ele estava preocupado,então esperou até que ela acordasse,para ter certeza de que ela estava realmente bem.
Momoko sente fortes dores de cabeça,e cai em cima de Math.Math,corado,pergunta se ela estava bem.Ela diz que não,então ele a leva para a enfermaria.Lá,eles encontram Will e Mokochi.Momoko olha para uma das camas,e vê sua amiga naquele estado "MOKOCHI!",ela se solta dos braços de Math,e corre cambaleando em direção da amiga,segurando sua mão,ela olha para o rosto de Mokochi e diz:
-VOCÊ NÃO VAI ME ABANDONAR NÃO É MOKOCHI?VOCÊ PROMETEU!DISSE QUE IRIAMOS FICAR JUNTAS!!(já com voz de choro,e lágrimas nos olhos,ela deita sua cabeça no peito de Mokochi.Mas não aguenta,e começa a chorar)
O pai de Mokochi,veio busca-la para leva-la ao hospital da cidade.Momoko ainda estava chorando,quando Math se aproximou,e a abraçou dizendo "ela vai ficar bem,confie em mim.".Momoko não se segura,e chora mais ainda.Connie estava passando,e então viu os dois abraçados,e pergunta porque ela estava chorando.Ela explica a situação para ele,que para conforta-la,a abraça,e diz que vai com ela ao hospital para ve-la todos os dias.Com isso,ela consegue se acalmar um pouco.Ela liga para sua tia,e diz que quer ir embora.Ela vai buscar Momoko e Connie (já que ele avisou seu pai que sairia junto com Momoko).Math diz a Momoko,que ela poderia contar com ele sempre.Ela se despede dele,e de Will.
-Obrigada Will.Se não fosse você,minha amiga podia estar bem pior agora.
-Q-que isso...Eu não poderia deixar alguem sozinho naquela situação.
-Mais uma vez,obrigada!

Momoko havia feito dois novos amigos.Mas ainda estava preocupada demais com Mokochi para pensar nisso.Connie passa o dia na casa de Momoko,e resolve dormir por la,pois a dor de cabeça de Momoko não havia passado ainda (mesmo depois varias horas terem se passado).

No hospital,Mokochi acordara.Ela vê alguem mexendo nas gavetas do quarto.Ela pensa,que é uma enfermeira,e diz:
-Enfermeira,preciso d--
-Você não deve deixa-la sozinha.Vocês são um único ser.Vocês tem mais meio ano para para ficarem juntas como duas.O jogo termina no dia da junção.
Mokochi fecha os olhos,e quando abre novamente,a pessoa não estava mais lá.Ela pensa que poderiam ter sido os remédios que a deixaram sonolenta,e que estava vendo coisas.

Um mês se passou.Mokochi ja havia recuperado seu braço,que quebrou na queda da escada.Momoko e Connie ja eram bem amigos de Math e Will.
Os 5,haviam combinado que,quando Mokochi saísse do hospital,eles sairiam para comemorar sua volta.Como a cidade era pequena,e cercada por pequenas montanhas,não haviam grandes coisas para fazer por lá,a não ser o parque,que passava por lá uma vez ao ano,e uma cafeteria com video-games.Eles decidiram ir para a cafeteria,ja que a maioria gostava de jogos.Mokochi e Will,foram conversando,e se interessando cada vez mais um pelo outro.Connie,Momoko e Math foram seguindo os dois.Chegando na cafeteria,eles fizeram seus pedidos,e se sentaram numa mesa.Eles conversam,e depois vão jogar video-game.O pai de Connie liga,e pede para ele voltar para casa,pois ele precisava de ajuda com algumas coisas.Connie se despede de Momoko e de seus amigos,e em seguida vai embora.Will,resolve levar Mokochi para um lugar mais reservado,assim,deixando Momoko o Math sozinhos.
-Hãm...Momoko,você...Não quer sair?Vamos andar por ai.
-Ok.
Eles saem da cafeteria,e seguem pelas ruas.
-Momoko...
-Sim?
-O-oque você...Oque você sente por mim?
-Eu gosto de você.
-Me refiro...A algo mais forte do que isso.
-N-não.Eu amo o Connie.Desculpe,mas...Só vejo você como um amigo.
-Entendo.Mas...Posso fazer uma coisa?
-Oque seria?
-Isso!
 Ele a segura contra um muro,e a beija.Ela não tem força suficiente para se soltar,então não consegue sair dali.Ele a solta,pede desculpas,e pede para que isso fique entre eles.Momoko abaixa a cabeça,e,envergonhada,diz a ele para não falar nada pra ninguém sobre aquilo.
 Ele olha para ela com os olhos cheios d'agua,e diz "me perdoe.Mas quando você precisar,eu vou estar lá".Ela segue para casa,e quando chega,deita em sua cama,e pensa em como vai dizer oque aconteceu a Connie.Ela não quer uma briga entre os dois,pois amava Connie,e tinha Math como um grande amigo.Ela começa a pensar por que ele não havia dito nada antes.
Momoko acaba dormindo,afogada em seus pensamentos.No dia seguinte,ela tenta criar coragem para dizer o que aconteceu a Connie.
Continua õ/

Por Mimei-Chan


Sociedade Hunter – 2

Capitulo 2 – Revelações

Maya me olhou com reprovação mais foi embora. Eu pude ver que os olhos de Lia estavam satisfeitos. Sem pensar duas vezes eu dei um soco na cara dela fazendo-a cair no chão, os outros alunos viram e começaram a vir para onde nos duas estávamos. Eu fui ate Lia e disse:
- Seja mulher e levante! 
Ela se levantou e na tentativa de me dar um soco eu a derrubei novamente. Eu a levantei do chão puxando seus cabelos, em seguida eu comecei a bater a cabeça dela contra o meu joelho. Eu batia com força varias e varias vezes, foi quando alguém a puxou das minhas mãos e outra me segurou prendendo meus braços em minhas costas. 
- Me solta! - gritei 
- Já chega Nina! - Ai! Peloamordoscéus! Só podia ser sacanagem! Era a voz do meu irmão de criação, Law.
- Cala a boca! - rebati - Me solta! Eu quero dar uma sura nela que ela nunca vai esquecer em sete vidas!  
- Para Nina! - gritou ele me imobilizado, parei de me mexer por alguns segundo, foi quando ele baixou a guarda e eu dei uma cotovelada em sua barriga, fazendo ele me soltar. Eu corri e me atirei sobre Lia, já no chão eu me sentei sobre a sua barriga e comecei a dar vários socos em sua cara, foi quando a diretora Morgan apareceu e gritou:
- Nina! Já chega! - eu saio de cima da Lia e olhei para a diretora - Eu não queria mais foi você que pediu esta suspensa! 
- Oh que lindo! - rebati - quantos dias a mais eu peguei?
- Cinco dias. Eu a quero assinada na segunda de sua volta, entendeu?
- Sim.
- Muito bem, todos pras suas casas o show acabou. - ela disse e maioria dos alunos sumiu
Eu me virei e vi que Law me olhava furioso. Ele não disse uma só palavra passou por mim e foi diretamente... A Lia??!
- você esta bem Lia? - perguntou ele parecendo muito preocupado.
- eu estou bem sim. - respondeu com a voz melosa. Aimeupai eles estavam...?
- que bom eu você está bem - ele sorriu em seguida a beijou. Sim eles estavam namorando. Que nojo! 
Eu comecei a ir pra a frente da escola, fui devidamente irritada e eu percebi que eu estava segurando o choro. Que ódio! Ódio! Ódio! Eu estava na porta da escola e Maya já me esperava impaciente, abri a porta do carro mais alguém me puxou.
- o que você estava pensando quando bateu em minha namorada Nina? - perguntou Law
- Nada eu simplesmente dei uma surra nela! - rebati
- para com isso Nina! Você não é assim! 
- Cala a boca Law! - ele estava me irritando - Eu vou ter que derrubar de novo?
- Não eu quero conversar com você! Eu sou seu irmão mais velho! - protestou ele devidamente irritado - Você vai voltar lá agora e se desculpar! - Isso pra mim foi à gota da agua.
- Então essa é a sua atitude como irmão mais velho? - juntei todas as minhas forças que eu tinha e dei um tapa no rosto dele - Então, nunca mais haja como seu fosse meu irmão! 
Eu entrei no carro e quando eu olhei pra ele pude ver que ele estava com uma cara totalmente surpresa e com uma das mãos sobre seu rosto. Comecei a chorar. Maya dirigiu sem dar uma só palavra. Ela respeitava o meu silencio. 
Enquanto Maya dirigia eu pensava na minha vida inteira. Minha mãe Yukiko era muito amiga da mãe de Law, elas se conheceram na faculdade e sempre foram amigas desde então. Minha mãe era madrinha de Law e os pais dele eram os meus padrinhos, eu adorava a Lola Hale e o Saulo Hale. 
Um ano depois que Law nasceu eu nasci. Desde sempre nos fomos criados juntos, como irmãos. Minha mãe morreu há um mês, desde então eu vim morar com meus padrinhos, e eu já conhecia Maya há dez anos, eu havia livrado ela de uma garota mais velha uma vez. Desde então ficamos amigas. 
Eu havia ficado transtornada ao ver Lia beijando Law, o meu mundo caiu. Sim, eu era loucamente e completamente apaixonada por Law. Eu nunca o vi como um irmão. Eu sempre queria mais que isso. Eu me contentava em ser sua irmã, era o melhor jeito de ficar perto dele. Eu sabia que ele nunca iria olhar pra mim com tais olhos mais eu iria aceitar qualquer garota, menos Lia. 
Meus padrinhos ficaram chocados ao saber a forma que minha mãe morreu, ela morreu em um latrocino, mais isso não foi à forma correta, havia algo mais, uma coisa da qual poucas pessoas sabiam. Eu era uma delas. O mundo não era como a maioria dos humanos pensavam, haviam coisas nele nas quais eu e a Sociedade Hunter tinha que cuidar. Os vampiros. Eu era uma caçadora de vampiros, graças ao fato de meu pai biológico ser um vampiro. Nós filhos de vampiros tínhamos características de vampiros como a pele extremamente branca, força inumana e agilidade e também facilidade de identificar e encontrar vampiros, mas raramente um filho de um vampiro sai com uma habilidade extra, como controlar a mentes entre outros talentos.  Eu não teria me tornado uma Hunter se não fosse pelas circunstâncias, isso era pelo fato de minha mãe ter sido assassinada por um vampiro.
Eu assumi o caso da minha mãe e comecei a buscar por pistas do assassino, alias a Sociedade Hunter tinha um trato com os vampiros, todos aqueles vampiros que matassem um humano, pagariam tal crime com a própria vida. Logo depois que eu assumi o caso, eu cheguei a uma conclusão que fora uma vampira que matara a minha mãe. Eu tinha inúmeras suspeitas, porém a que saíra na frente era Lia, sim Lia era uma vampira. 
Digamos que ela era a minha principal suspeita pelo fato de ela realmente me odiava e também pelo fato de que o seu pai era meu pai, sim, Lia era minha meia-irmã. E ela muito bem podia ter matado minha mãe para poder se vigar, até porque foi com a minha mãe que o pai dela havia traído a mãe dela. Toda essa historia era um rolo. Mas mesmo assim ela era minha principal suspeita e ela sabia disso. 
Chegamos à casa de Maya, assim que eu desci do carro em silêncio,ela falou:
- Eu sinto muito. – tive certeza que ela falava do Law.
- Obrigada. 
E eu fui embora para minha casa sem dizer mais nada. Ao chegar em casa colei com um imã na geladeira a minha suspensão, subi para o meu quarto troquei de roupa e sai. Fui para a Sociedade Hunter. Eu estava bem perto quando meu celular vibrou, era uma mensagem de Law.
Ond vc ta?
Respondi:
Ñ interessa pra vc, veja ond sua namorada esta ñ eu.
Segundos depois a resposta:
Então vai ser assim?
Furiosa, digitei:
Vc a escolheu, ñ a mim agr me esquece, me ignore assim como eu farei a partir de agr. Adeus.
Depois que eu mandei isso, não ouve resposta. Fiquei triste e feliz ao mesmo tempo. Eu o amava, e eu queria que ele fosse feliz, mais ao lado de Lia ele não seria feliz, porque o futuro dela – se eu estiver certa – era a morte. 
Continua...


Por Nina Carvalho


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Sociedade Hunter - 1

Capitulo 1 – Problemas!
Eu estava nadando em um mar azul, os peixes estavam em torno de mim. Havia golfinhos por todos os lados, alguns peixes mordiscavam meus cabelos. Estava tudo perfeito! De repente uma bolinha de papel acertou minha cabeça me acordando, fui trazida de volta a realidade. Levantei a cabeça, eu havia dormido de novo na aula de português!  Eu me curvei e peguei o papel, eu abri e li.
Ei, é melhor você acordar o professor pode ainda não ter percebido mais a metade da sala sim! By: Maya.
Olhei pra trás, Maya estava com uma cara de reprovação eu sorri e ela fez um sinal para que eu prestasse atenção na aula. Olhei as horas em meu celular, faltavam apenas alguns minutos para o fim da aula. Merda! Merda! Merda! Eu havia dormido quase toda a aula! Voltei à atenção para o professor, nesse exato o sinal bateu. 
- Tudo bem, estão dispensados! - anunciou o professor Soares.
Eu levantei e esperei por Maya, ela veio ate mim e sem dar uma palavra e continuou assim. Quando eu fui sair da sala o professor me chamou.
- Nina, você fica eu tenho que dar uma palavrinha com você sobre a aula de hoje. 
Gelei! Ele percebeu!
- O que foi professor? - perguntei indefesa e Maya revirou os olhos e saiu da sala. 
- Você acha que eu sou cego e não vi que você dormiu a aula inteira? Já passei seu caso pra direção. Eles vão ver o que vão fazer com você. - disse ele furioso - Eu recomendei uma suspensão de três dias e eles aceitaram passe na diretoria no fim do dia.
- Tudo bem! - rebati
Dei as costas pra ele e sai da sala cantarolando e eu pude ver que ele pedia pra eu voltar e que ele não havia terminado de falar comigo. Segui para a minha próxima aula. Era finalmente a aula de matemática. Graças aos céus a ultima aula do dia e também da semana. Entrei na sala o mais rápido possível, porem eu bati de frente com alguém e ambos caímos no chão.
- Olha por você anda! 
- Digo o mesmo pra você! - rebati
Quando eu me levantei eu vi em quem eu tinha esbarado. Era a Lia. Eu a odiava. Foi quando eu percebi que a sala de aula inteira estava olhando para nos duas. 
- Ah! Foi você sua louca! - Gritou ela
- Foi você que fico no caminho vaca! - gritei de volta 
- Olha como você fala comigo!
- Eu falo com você do jeito que eu quiser você não manda em mim! - ela tinha o dom de me tirar do serio. 
- Tudo bem garotas podem parar! - chamou a professora Iris - Cada um pra um canto diferente da sala agora!
Lia passou na minha frente e bateu o ombro de proposito em mim e foi para o lado de suas amigas, eu me virei e me sentei ao lado de Maya, enquanto isso a professora foi para frente da turma. 
- Você foi suspensa né? - perguntei Maya com uma voz triste
- Ainda não sei mais ele recomendou uma suspensão de três dias. - suspirei - mais a culpa não é minha se a aula dele me dá sono e ainda por cima eu odeio português. 
- você tem que se esforçar pra dar menos trabalho a sua madrinha Nina. - ela me olhou com uma cara triste - você é uma ótima aluna e uma pessoa maravilhosa mais isso não vai te ajudar em nada na vida. Você precisa de estudo. E eu sei que você sabe disso.
- Eu sei... Mais é meio difícil. Eu não gosto mais de estudar como antes. Lia tem uma grande parte nisso. - olhei para ela no outro lado da sala - Ela não deveria nem ter nascido.
- Pare Nina! - protestou Maya - Você tem que saber que as coisas não podem ser assim você tem que estudar e ajudar seus padrinhos em casa ainda estude. Esqueça a Lia. Por favor! 
- Maya você é a pessoa mais importante do mundo pra mim, você ficou do meu lado quando ninguém mais ficou, e eu te devo muito por isso, mais pedir pra eu se esquecer da Lia é impossível. - eu olhei pra ela e vi que eu havia magoado ela. 
A aula começou e eu prestei atenção. Em certa parte eu até concordava com a Maya eu tinha que aprender mais, porém eu sabia que isso não era necessário. Eu prestei a máxima atenção possível na aula e fiz todos os exercícios que a professora pediu. O sinal bateu. Hora da saída. Eu me despedi de Maya e desci até a diretoria. Quando cheguei à diretora Morgan já estava a minha espera.
- Muito bem Nina. Vamos entre. - disse ela fazendo um sinal para que eu entrasse na sua sala. Ela se sentou e fez um sinal para que eu sentasse também, e em seguida começou - Olha Nina, eu sei que esta sendo meio difícil pra você, mais você tem que colaborar, o professor Soares reclamou que hoje foi à terceira vez na semana que você dormiu na aula dele, não podemos fazer nada alem de te suspender por três dias. Eu sinto muito.
- Eu não posso fazer nada se a aula dele é chata e eu também odeio português. Nada ajuda. - falei
- Eu sei disso, mais há um mês você era uma boa aluna. Uma das melhores da escola. - ela suspirou - você ficou abalada demais depois daquele incidente não é?
- Sim eu fiquei mais eu não posso mudar o passado. - falei um pouco mais alto - Agora, por favor, me de a suspenção que eu trago ela assinada na semana que vem.
- Tudo bem - ela preencheu a suspensão e me deu, eu peguei e sai da sala dela sem dizer uma só palavra. 
Sai da escola, Maya me esperava na porta. 
- Suspensa? - perguntou ela.
- Suspensa... 
- Sinto muito.
Descemos as escadas da escola em silencio, eu pude ver as suas amigas olhando para mim como se eu fosse um alien. Em seguida deram risada. Eu achei isso estranho mais achei melhor ignorar. 
Estava tudo bem quando eu e Maya chegamos à porta do estacionamento até que a Lia me empurrou e eu cai no chão. Ela riu e Maya foi me ajudar. 
- Tudo bem Maya. Vá pegar o carro e me espere na frente da escola. - eu sorri - já que estou mesmo de suspensão vou fazer o serviço completo...


Por:Nina Carvalho



Até a Morte - 4

Capítulo 4 - Aproximação

  Momoko chega na escola junto com Connie.Eles estavam de mãos dadas,quando de repente chega Sekai.Ela se senta ao lado de Momoko,e começa a conversar com ela.Momoko sente calafrios ao olhar para Sekai.Connie observa o jeito de Momoko,e então logo percebe que ha algo errado com ela.Ele pede para que ela o acompanhe para outro lugar,pois ali tinha "uma vibração negativa".Ela concorda.Eles pedem desculpas à Sekai,e saem do local.
  Momoko começa a ter fortes dores de cabeça,e desmaia.Connie,desesperado,a leva para a enfermaria,e fica ao seu lado o dia todo,para ter certeza que ela estava realmente bem.Ela não havia acordado após o sinal do fim das aulas,então Connie liga para seu pai ir buscar os dois na escola.O Pai de Connie chega logo em seguida,pois estava fazendo compras no mercado próximo à escola.Ele pergunta oque havia acontecido,e Connie explica toda a situação para seu pai.Eles chegam na casa de Connie 5 minutos depois de sairem da escola.
  30 minutos depois da chegada deles,Momoko acorda assustada,e então vê Connie ao seu lado e diz:
-Connie,oque aconteceu comigo?
-Momoko...Você desmaiou na escola.Enquanto você estava desmaiada,você ficou com febre,mas agora já passou.
-Connie...Você se preocupou comigo?
-Claro!Se não me preocupasse,não poderia afirmar que amo você...(ele fica corado)
-...
-Sab--
-EU TE AMO!!
-... (ele fica corado,mas ao mesmo tempo assustado,pois não imaginava que ela diria isso nessa situação)
-Eu...Só tenho você,e a Mokochi do meu lado...Depois da morte da minha mãe,tudo mudou.E aquela garota,a Sekai,ela faz eu me sentir mal.Como se  ela tivesse feito algo de ruim para mim,e eu sentisse rancor dela.
-Impossível.Ela chegou na cidade faz uma semana,e só vai na escola a 2 ou 3 dias.
-Eu sei mas...
  Um silêncio perturbador toma conta do quarto de Connie.Momoko olha para Connie,e o abraça."nunca me esqueça,mesmo se eu sumir..." ela diz.Connie a abraça mais forte,e seus olhos se enchem d'agua.
  Momoko liga para sua tia,e diz que irá dormir na casa de Connie esta noite,pois ja estava tarde.O pai de Connie pede para que ela durma com a mãe de Connie,mas ela diz que não tem problema,que não se importa de dormir no mesmo quarto que ele.Quando seus pais dormem,ele se deita ao lado de Momoko,e ao que parecia,ele não tinha segundas intenções ao se deitar ali.Momoko se vira para ele,e diz querer conversar mais com Sekai para tentar se lembrar de algo relacionado a ela.Alguns minutos depois,ela ja cai no sono,junto de Connie.

No dia seguinte,Momoko se diz totalmente recuperada,e que quer ir para a escola.No caminho para a escola,eles se encontram com Mokochi.Ela estava quase surtando por não ter recebido notícias dela.Os três seguem para a escola normalmente.Mokochi se despede dos dois,pois terá uma reunião com o clube de esportes.Connie e Momoko se sentam no mesmo banco onde eles tinham visto Sekai no dia anterior para esperar o sinal.*KIN KON KAN KON* o sinal para inicio das aulas toca 5 minutos depois de eles chegarem,e Momoko não havia visto Sekai ainda.Ela se pergunta "por que Sekai falta tanto às aulas?" no mesmo instante,ela olha para a carteira de Sekai,e lá estava ela.Sentada,olhando para Momoko.Ela pensa "será que eu não reparei nela aqui?"
-Ohayo Momoko-san!
-Ohayo Sekai-san...
-Fiquei sabendo que você desmaiou ontem depois que eu sai!Você esta bem?
-Sim,obrigada por se preocupar.
-hihi (ela sorri como se fosse um bebê brincando de esconder com um adulto)
  O professor de história havia faltado,então,a sala de Momoko ficou sem aula.Sekai começa a puxar assunto com Momoko,e elas foram se identificando cada vez mais.Mas,apesar disso,Momoko percebe que quando se aproxima de Sekai,os minutos parecem horas,e as horas parecem dias.Para Momoko o tempo estava quase parado,como no dia que perdeu sua mãe.
  
  As aulas acabaram.Connie foi buscar Momoko em sua sala.Sekai sai primeiro,e quando passa por Connie,olha para ele de forma estranha,e da um sorriso irônico e malefico,como se estivesse pensando em fazer algo ruim com ele,ou algo do gênero.Momoko chega perto de Connie e pergunta se havia algo errado.Connie muda de assunto,e leva Momoko para fora.Quando chegam no patio,ele diz que parecia haver algo de errado com Sekai.Que ela passava a impressão de não gostar dele.Momoko da risada,e diz que ele estava apenas imaginando coisas.Mas no fundo,ela não se sentia tão bem perto dela,ela se sentia como naquele dia.Vazia,com um sentimento de culpa.
  Os dois seguem para a casa de Momoko,pois Connie irá passar a noite lá.Quando eles chegam,sentem o cheiro do curry que a tia de Momoko havia preparado.Os dois estavam com fome,então lavaram as mãos e se sentaram para jantar.Logo,Momoko sobe para tomar banho.Connie espera até que ela termine,e em seguida vai tomar banho também.
  Os dois estavam cansados,então ao seu deitarem,ja caíram no sono.
  Connie acorda no meio da madrugada para beber água.Ele desce silenciosamente as escadas para não acordar Momoko,ou a tia dela.Ele pega um copo de água,mas antes mesmo de beber,ele o deixa cair.Pois oque ele vê na janela o assusta demais.Havia ali um rosto,mas ele não conseguia identificar.A pessoa que ali estava,deixou um papel,no qual estava escrito "você não vai estragar o meu jogo.Uma pertence a outra,e não a você"
  Connie corre para o quarto onde estava dormindo com Momoko,e se depara novamente com aquela pessoa.Mas dessa vez,ela estava observando Momoko.Ela simplesmente pula da janela,e some no escuro.Connie abraça Momoko,que acorda num pulo.Ele resolve não comentar nada com ela agora,para que ela conseguisse voltar a dormir tranquila.Ou pelo menos,conseguisse dormir novamente.

 Por Mimei-Chan