terça-feira, 13 de maio de 2014

Siberiana - Cap. 3 - Magia no Sangue



Esta parte da história é narrada por Kaylee Willians (Siberiana).

Banhar-se a luz do luar para nós, feiticeiras, era uma das melhores coisas existentes. O banho ao luar nos ajudava a nos manter novas e rejuvenescidas pois teríamos que nos esconder entre os humanos.
A água estava tão perfeita que pude me sentir completamente relaxada e com as forças totalmente renovadas. E eu quase consegui parar de pensar em como Jay me intrigava.
Eu tinha apenas uma curiosidade. Porque aquele homem havia sobrevivido tantos dias com tal ferimento? Haviam suposições em minha cabeça, mais nenhuma delas faziam sentido.
Eu ouvi passos de um ser humano. Senti a presença do caçador de bruxas, Jay.
Eu senti ele me observando. Pude também sentir o desejo que ele começava a sentir pelo meu corpo. Em seguida eu pude ouvir os passos dele até mim. O que eu iria fazer? Enquanto ele se dirigia até onde eu estava me vesti rapidamente e decidi tirar dúvidas sobre o seu sangue. Encontrei minha adaga. Estava preparada para encontrá-lo. Assim que ele chegou até mim, pude ver a decepção em seus olhos por me ver vestida e não nua - como eu estava a poucos segundos atrás.
- O que o my lord faz aqui? - perguntei
- Eu vi... - ele pensou por um instante - Eu não vi a my lady em casa e fiquei devidamente preocupado. - ele corou - eu não tinha intenção de vê-la tomando banho nua. - agora quem corou fui eu.
- my lord, você não devia estar preocupado comigo e sim com você mesmo. - mudei de assunto - o seu ferimento foi gravíssimo.
- Eu sei. Perdoem-me my lady. - ele pediu respeitosamente.
- É claro my lord.
Eu sorri pra ele e ele me pareceu completamente envergonhado. Foi quando me veio na cabeça uma ideia muito louco mas eu tinha que ter uma certeza e aquele era o momento perfeito.
- Tem algo que você pode fazer para se redimir. - falei e ele pareceu-me desposto totalmente a fazer. - Permitam-me que eu prove de seu sangue. - Os olhos de Jay se arregalaram, ele parecia não entender nada. Mais eu tinha que provar do sangue dele, eu precisava ter certeza de uma coisa.
- Porque a my lady quer beber de meu sangue? - ele perguntou o mais calmo possível.
- É uma tradição de minha família. - menti - as mulheres de meu clã bebem do sangue dos homens que possivelmente podem ser seus futuros maridos. - eu pude ver em seus olhos que ele acreditou em cada palavra que eu disse.
- A my lady me coloca como um possível pretendente? - os seus olhos brilharam com a possibilidade.
- Sim.
- Então a my lady pode provar de meu sangue.
Com calma saquei minha adaga e fiz um pequeno furo nas costas de sua mão, onde eu beijei delicadamente, foi nesse exato momento que eu senti e provei do seu sangue.
Com aquela única gota que provei pude confirmar tudo aquilo que estava em minha cabeça. Mal pude acreditar em tal magia que senti. Ele era mesmo filho de Estela, a feiticeira mais poderosa já conhecida em nossa história. Eu podia sentir isso pela magia que corria em seu sangue e não havia uma feiticeira viva que não conhece a mais doce magia de Estela.
Assim que me recompus perguntei aquele humano inocente.
- Quem são seus pais, my lord?
- Eu nunca os conheci eles morreram dois meses depois ao meu nascimento. - respondeu ele - eu fui criada por minha tia paterna. A única coisa que ela me disse sobre a morte deles foi que meu pai matou minha mãe e em seguida cometeu suicídio.
- Em que dias nasceu my lord? - perguntei
- Seis de outubro. - respondeu ele.
- Qual era a profissão de seus pais? - perguntei em buscas de informações.
- Meu pai era caçador assim como eu e minha mãe apenas ficava em casa estudando medicina. - as coisas estavam começando a fazer sentido. E eu só precisava de mais apenas uma informação e tudo faria sentido.
- Em que dia seus pais morreram?
- Vinte e um de Dezembro.
Tudo fazia sentido! Ele era filho de Estela, a feiticeira maior! Eu era próxima de Estela antes dela morrer. A 30 anos atrás ela havia se apaixonou por um major dos caçadores, Evan McGuiness, ela sabia que era perigoso mais quis arriscar. Poucos anos depois ela estava casada e grávida, quando ela estava grávida de três meses eu tive que viajar a Ásia para participar da união de duas amigas minhas que decidiram ficar juntas por toda a vida, e eu realizei a união. Voltei para aquela terra quando recebi a notícia de que o filho de Estela havia nascido e eu queria conhecer muito a criança. Mais cheguei tarde demais, Estela estava morta a três dias quando cheguei, eu e minhas irmãs descobrimos que Evan havia a matada quando ela lhe contou que ela era uma feiticeira logo após o nascimento do filho e ele se matou para não matar a criança.
Eu e minhas irmãs havíamos ficado de luto por sete anos, pelo fato de que Estela era como uma rainha para nós, alguém que não podia ser substituído. Ela fazia muita falta desde então.
- My lady? - chamou Jay.
- Sim, o que foi?
- você parecia pálida e distraída, aconteceu alguma?
- não não, - respondi - so lembrei de uma coisa. - logo mudei de assunto. - você não ia se lavar?
- sim my lady. - respondeu ele sem graça.
- então se lave e depois iremos embora em minha égua. - disse.
- como desejar.
Ele respondeu preparando-se para se banhar, eu me dirigi a Minna e comecei a acariciá-la, isso me ajudava a pensar, e no momento eu não sabia o que fazer em relação ao Jay. Mais de uma coisa eu tinha certeza, nós, feiticeiras, tínhamos um inimigo muito poderoso, pelo fato de que em suas veias corria o sangue da maior feiticeira de todos os tempos...

segunda-feira, 31 de março de 2014

Siberiana - Cap. 2 - Encantado

  Essa parte da história é narrada pelo Jay McGuiness.


A srta. Kaylee deixou a cozinha e eu terminei de me alimentar, ela estava correndo um grande risco de me deixar ficar em sua casa, a honra daquela bela jovem podia ser manchada, e sujar um futuro de uma jovem tão bela não era de meu feitio. Assim que eu terminei de me alimentar eu fui até o quarto no qual eu acordei e em cima da cama havia uma muda de roupa. Me troquei e esperei pelo retorno da jovem Kaylee. Queria saber onde eu podia me lavar. Fui até a sala e sentei em um pequeno sofá e pensei como uma pessoa tão jovem havia conseguido curar um ferimento feito por uma bruxa. Então me ocorreu o pensamento dela também ser uma bruxa. Aproveitei que ela não estava na casa procurei por qualquer coisa que pudesse culpá-la e nada encontrei todos os livros daquela casa eram sobre medicina. Isso explicava como ela havia salvado minha vida.
Eu estava sentando ao sofá quando ela voltou com uma cesta cheia de ervas medicinas. Ela colocou tais ervas na mesa e separou-as com delicadeza foi quando eu perguntei.
- Quantos anos você tem my lady?
- Não sei, não conto. Não comemoro meu aniversario desde que meus pais ficaram doentes. - respondeu ela - e você meu senhor quantos anos tem?
- Acabo de completar 23 anos. - respondi.
- O senhor é mais velho do que aparenta ser. - comentou a Srta. Kaylee.
- Srta. Eu gostaria de saber onde eu possa me lavar. Me sinto imundo. - disse a jovem.
- Existe uma cachoeira não muito longe daqui. Mais é necessário ir a cavalo. Levo o my lord lá assim que acabar de separar minhas ervas. - respondeu ela sorrindo.
Fiquei em silêncio enquanto ela guardava as ervas. Seu belo vestido chamava muita atenção. Era branco com o corcel vermelho não era rodado mais caia perfeitamente em seu corpo.
- My lord? - chamou ela - venha vou levá-lo a cachoeira.
- Sim my lady. - foi só o que eu consegui responder.
Eu ajudei ela a selar duas de suas éguas, tais éguas eram extremamente belas, Kaylee montou na égua preta por inteira que atendia pelo nome de Minna e ela pediu para que eu montasse a égua pampa que atendia pelo nome de Theffa. Assim que nós saímos do estabulo Kaylee soltou Minna para galopar e eu não fiquei atrás com Theffa. Fui seguindo aquela jovem quem montava com tal facilidade, até que finalmente parou com galope, pelo fato de que íamos entrar em uma parte florestal da fazenda. Eu a segui na cavalgada.
- My lady nunca pensou em se casar? - as palavras saíram de minha boca.
- Não. - respondeu ela facilmente - pelo fato de que eu não achei nenhum homem que me interessasse Caçador.
Eu não falei mais nada. O resto do caminha até a cachoeira doi silencioso, o único som que ouvíamos eram os dos cascos de cavalo batendo na terra.
Um bom tempo depois chegamos a cachoeira. E eu pude sentir que meu queixo caiu com tal beleza. A cachoeira era exuberante, tinha forma de meia lua e tinha uma cascata com um tom musical. Era um lugar perfeito.
- o my lord pode se lavar a vontade aqui eu vou esperar no meio da floresta, quando quiser retornar a casa e sá me chamar. - e ela saiu no galope me deixando sozinho.
Eu me despi e entrei nas águas da cachoeira e me surpreendi, tais águas aparentavam ser extremamente frias, porem eram mornas e relaxantes. Aproveitei ao máximo tão sensação.
Eu não vi quando eu cochilei sentado em uma parte rasa da cachoeira. Quando me dei conta pude notar que já havia passado do meio dia. Chamei por Kaylee.
- Srta. Kaylee? Onde a Srta está? - eu chamei me vestindo.
Ao acabar de me vestir eu ouvi um galope forte e ritmado. Pouco depois pude ver Kaylee chegando e parando ao me ver.
- Acabou my lord? - perguntou ela.
- Sim my lady. - respondi
- Então vamos voltar, preparei o almoço.
Eu não falei mais nada simplesmente subi na égua e a segui. Sem dizer uma palavra. Ao chegar próximo de sua casa eu pude senti o cheiro de comida. Era maravilhoso.
Ela fez um sinal no qual eu podia entrar e comer. Ela levou as éguas para o estabulo e eu me entrei na casa e me servi. A comida estava maravilhosa! Eu me alimentei muito bem. Assim que
Kaylee voltou ela também se serviu e se alimentou. Quando ela viu que eu acabei de comer ela me pediu educadamente.
- Lord McGuiness por favor descanse está tarde. Quanto mais o senhor dormir mais cedo o senhor irá se recuperar.
- Sim my lady.
Então eu me dirigi ao quarto e la eu dormi o resto da tarde.
Acordei soando frio e ofegando. Eu havia tido um pesadelo. Foi bem nítido, contudo eu não lembrava de nada. Eu estava colando, olhei para fora e vi que a lua já estava no céu. Então resolvi descer para a cachoeira. Não queria acordar Kaylee e eu lembrava o caminho. Com uma vela fui a pé para me lavar.
Levei em torno de meia hora a mais para achar a cachoeira e assim que eu cheguei eu não pude deixar de ficar encantado com o que vi, Kaylee estava completamente nua, e eu não pude deixar de olhar. Seu corpo era miúdo, mas isso não tirava a beleza de suas curvas e medidas que eram exuberantes. Sua pele era pálida e brilhava com a luz do luar, seu cabelo ia até o quadril e era negro como a noite e seus olhos eram azuis como safiras. Eu não sei bem o porque, mais aquela pequena jovem me lembrava muito, mais muito mesmo um tigre siberiano.
Não pude me conter e desci ao encontro da mais bela mulher daquele mundo.

Por Nina Carvalho


segunda-feira, 24 de março de 2014

One Shot Amor Doce

 Eu tinha que 18 anos e cursava o ultimo ano da escola quando me mudei pra casa da minha tia que tinha o apelido de Fada. Meus pais eram médicos e conseguiram um emprego em um hospital fora do país, então eu ficaria por um bom tempo com minha tia. Minha escola ficava a cinco quadras de casa. Então eu iria todos os dias a pé.
Eu estava a caminho da para o primeiro dia de aula. Estava usando meu jeans favorito e minha blusa regata mais bonita. Eu queria impressionar a todos.
Não demorou muito para eu chegar, assim que passei pelo portão pude ver os olhos dos garotos me seguindo e eu sorri, as meninas me olhavam com raiva, mais isso era o de menos. Então me sentei no banco embaixo da árvore e lá fiquei procurando por garotos bonitos, achei quatro. Um era ruivo, outro tinha cabelos brancos, outro cabelos azuis e ao que me parecia era gêmeo do que tinha cabelos pretos. Sorri. Um deles seria meu. Ou talvez os quatros. Quem sabe? Eu não era uma vadia, era apenas uma garota que gostava de se apaixonar e curtir a vida.
O sinal bateu, e eu segui para a minha primeira aula. Ao entrar na sala avistei o garoto bonito de cabelos ruivos e me sentei ao lado dele.
- Quem é você? - perguntou.
- Sou a Kate e você? - rebati.
- Castiel. - respondeu ele e sorriu sarcasticamente - quer que eu te mostre a escola?
- Não sei. - respondi dando um sorriso também sarcástico.
- Quem decide e você. - ele respondeu dando de ombros.
O professor entrou na sala e eu mal prestei atenção na aula, assim como Castiel, eu e ele ficamos a aula toda na troca de olhares. Assim que deu o sinal Castiel saiu da sala sem dizer uma palavra, eu fui para a minha próxima aula e nela avistei o garoto de cabelos pretos e eu me sentei ao lado dele.
- Oi. - eu o cumprimentei
- Oi, você é a aluna nova Kate não é? - ele me perguntou com um sorriso curioso.
- Em carne e osso. - sorri obviamente pra ele.
Ele não disse nada até porque o professor chamou a atenção da sala e deu sua aula. O professor saiu da sala e eu aproveitei o momento.
- E você quem é? - perguntei sorrindo.
- Eu sou o Armin. - ele respondeu assim que o professor entrou na sala.
A aula passou rápido. Assim que o sinal bateu uma garota de cabelos ruivos chamou Armin e ele foi com ela. Na minha terceira aula vi o garoto de cabelos azuis. Me sentei ao seu lado e perguntei.
- Você é o irmão gêmeo do Armin?
- Sou sim. E você quem é? - ele perguntou
- Sou Kate.
- Eu sou Alexy, mais é provável que você já sabia disso. - ele sorriu.
- Não sabia não. Eu deduzi. Eu tinha visto vocês na entrada.
- Ah!
E a aula começou. Assim que deu o sinal ele saiu acompanhado com um garoto com calças militares. Ele era bonito. Mais não tanto como os outros.
Segui para a quarta aula. A última antes do almoço e nela felizmente aquele que eu achei mais bonito dentre os quatro. O de cabelos brancos. É claro que eu me sentei ao lado dele.
- Oi. - ele disse todo vermelho
- Oi, como você chama?
- Lysandre. E você?
- Prazer, eu sou Kate.
Ele sorriu todo vermelho e eu sorri de volta. Logo depois a aula começou. Eu não parei de olhar pra ele m segundo sequer. Ele era muito lindo. Perfeito.
Assim que deu o sinal do almoço eu sai da sala e esbarrei com Castiel.
- Olha por onde você anda novata!
Eu aproveitei a deixa e respondi.
- Eu estava atrás de você.
- Pra que? - ele deu um sorriso malicioso.
- Alguém me disse que me mostraria a escola se eu quisesse e eu quero. - sorri maliciosamente pra ele também.
- Ok. - ele pegou minha mão e me guiou por vários lugares. Eu não conseguia prestar atenção em nada do que ele dizia a não ser naquela boca carnuda e deliciosa.
- Kate você me ouviu? - ele perguntou.
- Não, perdoe-me. - eu disse.
- Que bom que você não ouviu.
- Porque? - perguntei devidamente curiosa.
- Nada demais, venha, vou te mostrar meu lugar favorito. - ele falou e pegou minha mão e me guiou até o ultimo andar.
A vista era linda e romântica.
- Uau! Aqui é lindo! - eu falei.
- É, eu sei. Aqui é meu lugar favorito. - ele falou.
- E realmente muito bonito.
Eu e ele ficamos em silêncio. Só ali, olhando aquela bela paisagem. Tinha um lago em meio de árvores de flores perfeitas era lindo, e tudo ficava mais perfeito com a luz do sol. Era lindo demais.
- Ei, Kate! - Castiel me chamou.
- Oi. - Eu disse me voltando pra ele. Foi quando ele me pegou pelos punhos e me jogou contra a parede sem força, mas me segurava firme.
- Você não é muito bonita, mais da pro gasto. - ele falou.
Ele ficou ali me segurado, até que finalmente ele se curvou e me beijou. Suas mãos soltaram meus punhos e foram diretamente para minha pernas, como eu estava com os punhos livres eu o abracei pela cintura. Assim que o beijo acabou ambos estávamos ofegantes.
- Vem. Vamos sair daqui. - ele disse entrelaçando seus dedos com os meus.
Assim que o almoço acabou. Fomos dispensados porque a escola fecharia para a manutenção obrigatória. Então fui pra casa. No meio do caminho vi o Armin com aquela garota ruiva. Eles estavam em um parque e pareciam brigar. Feio. Assim que a garota foi embora eu me aproximei dele.
- Armin, você está bem?
- Ah, oi Kate. - ele parecia triste. - Eu tô legal. O que faz aqui?
- Eu moro aqui perto e eu vi você brigando com aquela garota e vim aqui para saber se você estava bem. - falei me sentando ao lado dele.
- Ah. - ele suspirou. - Ela é minha namorada. E esta brava porque você se sentou ao meu lado hoje.
- Ai Armin! Perdoe-me eu não sabia que você tinha uma namorada! Sinto muito!
- Não foi culpa sua Kate. A gente namora a pouco tempo e não assumimos ainda. Então... Não tinha como você saber.
Nós ficamos ali, sentados, sem dizer uma so palavra.
- Acho melhor eu ir. Não quero dar mais motivos pra que sua namorada fique mais brava com você. - eu me levantei, porém ele foi mais rápido. Me puxou e me sentou em seu colo e em seguida disse.
- Ela tem todos os motivos do mundo pra ter ciúmes de você. Até porque você é mil vezes mais bonita do que ela. - ele sorriu e me beijou. O beijo com o Armin foi mil vezes mais quente do que o Castiel. Ele dançou com quase mãos por todo meu corpo e eu coloquei minhas mãos sobre seu abdômen.
O beijo foi demorado e a cada segundo ficava mais quente e intenso. Quando ele se deu conta do que estava fazendo, ele me tirou gentilmente do seu colo e falou.
- Desculpa! Eu não devia ter feito isso desculpa!
E ele foi embora antes que eu pudesse falar algo.
Ao chegar em casa troquei de roupa e fiquei totalmente a vontade. Foi quando a campainha tocou. Abri a porta e me deparei com a perfeição em pessoa, Lysandre.
- Oi Lysandre! O que faz aqui? - perguntei sorrindo.
- Meu irmão me pediu para trazer algumas coisas pra Fada... - disse ele corado, ele era tão fofo! - Mais eu nem imaginava que você era a sobrinha de quem ela falava tanto.
- Isso não é um problema. Vamos entre!
Ele entrou e me deu as coisas de minha tia, ele parecia desconfortável, porém eu tinha uma atração forte por ele e não resisti.
Eu me aproximei lentamente dele, ele pareceu entender o que eu queria e também soltou seus desejos por mim. Eu o beijei e ele correspondeu com a mesma intensidade, pude ver que ambos de nós estávamos excitados. Então como eu já não era mais virgem me deixei levar. Guiei ele entre beijos até o meu quarto. Onde eu o joguei na cama tirei sua camisa. Ele me ajudou a tirar as minhas roupas e ele me amou a tarde toda.
Ele falou que voltava ainda hoje para me ver e falar com a minha tia sobre suas intenções. Eu realmente estava gostando muito de Lysandre.
Já havia escurecido, minha tia ligara avisando que ia chegar um pouco mais tarde. Então sai pra dar uma volta. Estava passando por uma loja de roupas quando vi Alexy sair dela. Ele acenou e veio até mim.
- Oi Kate! Fazendo compras? - perguntei ele.
- Não sei... Eu so queria dar uma volta.
- Olha, eu sei que você pode estar pensando. Não eu não sou interessado em você. Até porque você não faz meu tipo. Então eu não vou te estuprar.
- Alexy! Eu não pensei nada disso! - respondi
- Ah. Que bom. A maioria das meninas pensa isso. Mais hello! Eu sou gay. - meu queixo caiu.
- Ah. - foi a única coisa que eu consegui dizer. - Alexy desculpa mais agora eu tenho que ir.
Eu fui embora. Andava devagar, foi quando esbarrei novamente com o Castiel.
- Castiel! - disse surpresa.
- É a segunda vez que você esbarra em mim hoje. - ele sorriu maliciosamente. - Vem!
Ele pegou minha mão entrelaçou seus dedos com os meus e me levou até uma floricultura onde pelo lado esquerdo subiu uma escada que dava pra uma Kinect. Nela havia um colchão de casal enorme de um lado, uma guitarra ao lado da cama e algumas coisas espalhadas. Assim que entramos Castiel beijou meu pescoço e eu pude sentir que ele estava excitado.
- Para Castiel! - eu pedi.
- Eu não quero parar!
E quando vi, meu corpo havia denunciado a atração que eu sentia por ele. E ele se entregou ao Castiel.
Castiel me amou de uma forma muito diferente do Lysandre. Com o Castiel foi mais quente, mais bruto mais intenso e mais, muito mais prazeroso.
Eu estava deitada sobre a linda barriga do Castiel quando ele pediu.
- Se vista e vá embora. Daqui a pouco uns amigos meus vão chegar pra gente ensaiar e ele não podem ver você aqui.
Eu apenas assenti e me vesti e ele também trocou de roupa. Eu estava indo embora quando ele me jogou contra a parede me beijou e colocou sua mão dentro do meu sutiã. Eu estava quase me entregado pra ele quando a poeta se abriu e o Lysandre e o Armin entraram.
- O que significa isso? - perguntou Lysandre e Armin juntos.
- Eu a Kate se pegando. - Castiel disse beijando meu pescoço.
- Mais acontece Castiel que eu também peguei a Kate. - falou o Armin - Hoje depois da escola no parque.
- E daí ? - Falou Castiel - Você não pegou ela como eu peguei. - ele falou entre beijos no meus pescoço.
- Porém Castiel eu peguei ela dessa forma que você também pegou. - protestou Lysandre fazendo com que Castiel me soltasse imediatamente.
Os três começaram a discutir e eu fui me afastando, afastando, até que eu não senti no que pisei e cai da enorme janela sem grades e a última coisa que eu ouvi foram os três rapazes gritando meu nome...

Por Nina carvalho


Siberiana Cap.1 - O Caçador

Introdução: Essa história se passa na época de Caça às Bruxas, onde até mesmo feiticeiras que não tinham nada a ver com a maldade e com a magia negra foram punidas.


Eu estava com muito medo de ser pega. A época de Caça às Bruxas estava em seu auge e muitas de minhas irmãs haviam sido mortas injustamente, pelo fato de que algumas daquelas que nasciam com magia no sangue usavam tal magia para coisas ruins e não pra salvar humanos e colaborar com a paz. Essas que faziam tal coisas eram chamadas de bruxas e nos que usávamos nossa magia para o bem eramos chamadas de feiticeiras, porém de uma época pra cá isso não haviam mais sentido.
Eu continuava a fazer as minhas coisas todos os dias, porém com muito cuidado. Eu morava em uma fazenda não muito longe de uma vila pacata onde todos pensavam que eu tinha um pai e uma mãe com uma doença incurável e contagiosa e "graças a uma benção de Deus" eu havia sido libertada de transportar ou pegar o vírus da doença. Então por causa disso ninguém ia ate minha fazenda.
Mas mesmo com essa desculpa os homens da vila não me deixavam em paz e viviam duelando para poder tentar me impressionar e casar-se comigo. Mais eu não queria me casar, isso é coisa de humanas e eu era uma feiticeira.
Eu estava andando pela fazenda quando eu avistei um rastro de sangue, eu o segui e acabei encontrando um humano quase morto encostado em uma árvore não muito longe dele havia cinzas. Eram cinzas de uma bruxa, aquele homem era um caçador e havia matado uma bruxa. Mesmo que ele era caçador ele era humano e uma feiticeira sempre ajudava um humano. Com facilidade levei ele para minha casa.
Ao chegar em casa escondi todas as coisas que podiam me condenar com uma feiticeira e conjurei dois corpos de barro e os coloquei em uma cama de casal em um quarto isolado para dizer que aqueles eram meus pais. Levei o homem para um cômodo vazio onde coloquei ele confortavelmente e comecei a curá-lo.
Rasguei sua camisa e eu pude ver o ferimento, o pulmão esquerdo havia sido atravessado por uma espada com magia negra e além devia ter perdido muito sangue a magia negra possuía seu corpo. Eu reconheci aquela maldição, era a maldição do corpo amaldiçoado onde o humano morria 24h após receber tal ferimento. Se ele não morresse do ferimento especifico morria da maldição.
Eu conjurei o feitiço reverso e consegui que seu corpo fosse salvo de tal magia negra, em seguida comecei a conjurar o feitiço que fechasse o ferimento em seu pulmão, duas horas depois ele já não corria mais risco de morte.
A noite foi cansativa pelo fato de que a febre dele estava muito alta e ele berrava de dor, a magia negra havia machucado mais do que eu pensava então eu fui obrigada a purificar seu corpo. Assim que amanheceu ele estava totalmente curado.
Ele acordaria dali algumas horas, então aproveitei para dormir, eu estava exausta.
Eu acordei quando a porta do meu quarto se abriu, era o homem que eu havia salvado, meus olhos encontraram os deles e eu me perdi naquele brilho azul exuberante.
Não haviam palavras para descrever quão belo ele era, a pele pálida ornava perfeitamente com os olhos azuis mais claro que o céu quase no tom de cinza e com aqueles cachos castanho-avermelhado, seus lábios eram de um cor-de-rosa natural e seu físico era extremamente bem definido, porém eu só percebi isso quando o vi ali, em pé e sem camisa.
- Quem é você? - perguntou ele, sua voz era extremamente calma e monótona dando a impressão de que ele tinha muita paciência.
- Eu me chamo Kaylee Willians - não era completamente verdade, Kaylee Willians era meu nome humano, meu nome de verdade era Siberiana - e o seu?
- Jay McGuiness. - respondeu ele - foi a senhorita que cuidou de mim por todo esse tempo?
-Si-sim, - respondi, todo esse tempo? Eu havia cuidado dele apenas um dia! - o my lord sabe por quanto tempo esta ferido?
- Pelo que pude ver em seu calendário, estou ferido a vinte dias. - eu tive um choque completo, como ele podia ter sobrevivido dezenove dias em tais condições? Ele havia sido amaldiçoado e perdera muito sangue, como conseguira ficar vivo com uma maldição que mata em um dia e um ferimento de tanta gravidade por dezenove dias? Era um mistério e tanto e aquilo também me intrigava.
- isso e bom - menti - mais como o my lord se feriu de tal jeito? - perguntei levantando-me da cama e saindo do quarto juntamente com o Jay.
- Eu sou um caçador de bruxas my lady - respondeu ele - eu estava enfrentando uma bruxa e eu a segui ate essa fazenda, ela matou meu cavalo e em seguida passou uma espada por meu peito depois eu consegui atear fogo nela e ela queimou. - respondeu ele - mais como a my lady me encontrou?
- eu segui um rastro de sangue por minha fazenda e achei seu corpo quase morto em uma árvore. - respondi. - estou muito surpresa por estar vivo.
- eu também my lady. - ele perguntou. - mais porque uma senhorita nova como você colocou um homem mais velho dentro de casa sem seus pais, as pessoas podem julgá-la mal por isso mesmo que nada aconteça. Isso pode prejudicar para que você nunca ache um noivo. - disse ele.
- Eu tenho pais, porem estão muito doentes. E eu não contei a ninguém que o my lord esta aqui então não poderão falar daquilo que não veem. - eu me dirigi para a cozinha e comecei a fazer algo para comer. Ele me acompanhou e sentou-se em uma cadeira e voltou a falar.
- entendi my lady. A senhorita poderia deixar que eu passe algumas noites aqui ate eu ter certeza de que eu estou recuperado? Não posso voltar a caçada sem ter certeza de que eu estou pronto. - pediu ele e em seguida prometeu - e eu lhe prometo que não vou tentar nada contra você e que ninguém vai descobrir da minha estadia aqui, pois não quero que a honra de uma jovem tão bela seja manchada.
- Eu não pretendia mesmo deixar o my lord ir antes de ter certeza de que está em perfeitas condições de voltar a essa guerra, então pode ficar aqui o tempo que achar necessário. Eu irei arrumar um quarto de hóspede para o my lord. - disse lhe entregando um prato com uma boa comida e uma garrafa de conhaque.
- Obrigado senhorita. - ele me devolveu a garrafa - perdoe-me mais eu não bebo.
Eu o deixei comendo e sai da cozinha. Totalmente intrigada com aquele homem...

Por Nina Carvalho



segunda-feira, 17 de março de 2014

Pequenas Mudanças - One Shot

Meu nome é Rei Enuji,tenho 15 anos e me mudei pro Canadá faz uns 5 meses.Estudo na escola estadual daqui,ja que as escolas são muito caras,e meus pais não são la tão ricos.

Hoje acordei atrasado pra aula,então me desesperei pra me arrumar.Ja era a terceira vez nessa semana,se eu chegasse atrasado mais uma vez,iria ser suspenso.

-Droga,droga,droga!!

-Filho anda logo!!A gente vai atrasar de novo!

-Calma ai pai!

Nesse momento,eu tropeço e bato a testa na cama.

-Ai...Cacete!

Me levanto rapidamente e desço as escadas.

-Pronto!(falo ofegante)

-Aleluia Senhor!Vamos logo moleque.

Meu pai é um cara calmo,mas quando se trata de horario,ele vira uma fera...Principalmente comigo,o filho mais "lerdo" (somos em 3 irmãos,Kyung o mais velho,Hyun o do meio e eu,o mais novo e mais atrapalhado,só pra variar)

Chegamos na escola faltando 5 minutos pra bater o sinal.Esse foi o recorde da semana.

-Tchau pai!

-Tchau Enuji!

Quando me viro para entrar na escola,dou de cara com um garoto da minha sala.

-AII!

-Nossa,desculpa...Não vi você.

-Ah,tudo bem...Enuji né?

-Sim.

-Ah,eu te vi na sala.

-Ah...(estudamos juntos faz cinco meses,impossivel não ter me visto) seu nome é Jack né?

-Ah...Você sabe meu nome haha legal!

-Hãm...Acho que sim haha...

O sinal toca,e nós vamos pra aula.La,Jack se senta na mesa ao lado da minha,e começa a puxar assunto.

-Então,faz tempo que você estuda aqui né?

-Um pouco sim...Vim pra ca faz uns 5 meses.

-Você é japonês?

-Arrg por que todo mundo pensa isso??Eu sou Coreano cacete!

-Ahh,desculpa...Eu não sei diferenciar vocês.

-Tudo bem,isso é normal.

-Coreanos são mais bonitos né?

-Como assim?

-Ja conheço um japonês,e não acho ele grande coisa.Então,coreanos são mais bonitos.

-Hãm...(antes que eu respondesse,o professor entra na sala)

Depois de 5 horas na escola,finalmente a hora da saída chegou.Eu estava caminhando quando Jack pula nas minhas costas.

-YHAAAAA VAI CAVALINHO!!

-Jack,isso é constrangedor...

-Haha,desculpa

-Ok...

-Hãm...Você tem amigos aqui Enuji?

-Tenho a Tamara,o Johnny e a Karol.Por que?

-É que você não fala com quase ninguém...

-Eles gostam de ir la em casa,então na escola a gente se concentra mais nos estudos mesmo.

-Ah,entendo.Quer ir comer alguma coisa?

-Ah,hoje vou voltar andando mesmo,então sim,vamos la.

-Eu pago!

-Não precisa diss--(Jack poe a mão na minha boca)

-Eu,pago.Quietinho ok?

-(tiro sua mão de minha boca) ok ok...

-Heheh(ele sorri)

-Que sorriso bonito...(falo baixo pra mim mesmo)

-Falou comigo?

-N-Não,só to pensando alto

-Hum...Vamos?

-Vamos.

Andamos por alguns minutos até chegar numa lanchonete.Entramos e eu fui pegar lugar numa das mesas do fundo.Logo ele veio com os lanches e refrigerante.Comemos e então começamos a conversar.

-Então Enuji...Você comentou que é bem próximo da Tamara,vocês namoram?

-Não não!Ela é só minha amiga mesmo...Mas e você,namora?

-Não,eu...Meus gostos são diferentes dos da maioria das pessoas.

-Como assim?

-Ah,esquece.Mas bem,depois de passar o dia juntos ja podemos nos considerar amigos?

-Bom...Acho que sim hehe

-Legal!(ele me abraça)

-Heheh(fico sem graça)

Saimos dali e fomos andar.Chegamos numa praça e sentamos no primeiro banco que vimos.Começamos a conversar.

-Então...(disse Jack)

-Sim?

-Você ta gostando de morar aqui?

-Sim,o Canadá tem pessoas interessantes...

-Interessantes?

-Sim hehe...

-Hum...E eu sou uma delas?

-Bem...Sim.

-Que bom que pensa assim.

-Por que?

-Por isso!(ele me beija intensamente,e felizmente a praça estava vazia)

-Mas o que é isso??

-Eu gosto de você,e te observo desde que chegou...Você é uma pessoa interessante também.

-Hãm...O-Obrigado,mas acho que prefiro garotas.

-Sei...Mas isso muda algo entre nós?

-Não,continuaremos sendo amigos.Gostei de você.

Um grande silêncio toma conta do local,quando decido ir pra casa,pois meu pai poderia acabar ficando bravo.

Uma semana  se passou depois daquele beijo,e minha cabeça estava começando a ficar confusa.Eu sabia que gostava de meninas,mas ele tinha um jeito de me fazer duvidar disso.Ele tinha um sorriso lindo,e olhos claros.Ele me fazia pensar em como seria arriscar...Enquanto eu pensava e repensava nos prós e contras,recebi uma mensagem.Era Jack,e a mensagem dizia:

"Vou pra sua casa hoje,ok?"

Respondi que tudo bem,mas meu pai não estaria em casa.Depois de uns 20 minutos,ele chega e toca a campainha.Vou atender e ele me recebe com um abraço.

-Enuji!!

-Ah,oi hehe...(eu o abraço também) entra!

-Claro.

-E ai,vamos jogar?

-Claro!Eu uso o primeiro controle hehehe

Estavamos sozinhos na minha casa jogando,e isso me deixava feliz e nervoso ao mesmo tempo.Ele fica sempre sorrindo enquanto joga,e isso me faz sorrir bobamente.Sera que eu posso estar gostando de um menino?Isso seria estranho porque...

-Hãm...Enuji,você ta bem?Ta sorrindo que nem besta heheh

-Ah...Eu acho que...Você faria alguma loucura?

-Uma loucura?

-É...

-Que tipo de loucura?

-Tipo...Essa aqui! (eu o beijo,fazer com que caiamos no chão)

-Pensei que...Gostasse de meninas.

-Eu também!(eu o beijo novamente)

-Então...Isso muda algo entre nós?

-Sim,mas pra melhor...

Nota:Fiz essa one-shot pra vocês lerem enquanto a Nina não manda a fanfic nova dela,que é a "Siberiana",espero que tenham gostado :3

Por Mimei-Chan


segunda-feira, 10 de março de 2014

Sociedade Hunter 5 - FINAL


 Quando eu acordei não senti Law ao meu lado, ele tinha feito o que tinha prometido. Levantei da cama e tomei um banho eu estava ansiosa, era sexta-feira, o dia do julgamento de Lia.
Eu estava descendo as escadas quando o meu celular tocou; era Philippe.
- Nina precisamos de você o mais rápido possível aqui na Sociedade. - ele falou assim que eu atendi - Aconteceu algo terrível.
- Tudo bem, chego ai em alguns minutos. - foi a minha resposta.
Eu iria usar uma coisa que eu nem fazia muita questão de ter, a agilidade sobrenatural.
Eu corri como se eu eu não precisasse de ar, a velocidade era inacreditável! Em alguns minutos eu cheguei a Sociedade Hunter.
Assim que eu entrei eu já era esperada por Philippe.
- Nina, eu realmente sinto muito! - começou ele - Hoje quando os nossos hunters foram fazer a escolta da família Tonson descobrimos uma coisa terrível! Lia matou os próprios pais e em seguida antes de cometer suicídio ela gravou um vídeo destinado a você. - quando eu absorvi tudo aquilo, foi como se eu tivesse acabado de levar um tiro. Ela não havia matado só o pai dela, mais ele também era o meu pai! Ele era o único que realmente podia me contar o que havia acontecido antes de eu nascer! Ele era o único que podia dar pelo menos uma base do porque Lia havia matado minha mãe! Inferno!
Philippe me guiou até uma pequena sala onde ele soltou o vídeo que Lia fizera destinado a mim.
- Minha cara irmãzinha bastarda! Vim aqui despedir-me de você! Ou não. Você ia destruir minha vida, mais eu não queria que você destruísse minha vida, então eu mesma resolvi dar um fim nela. E eu estou levando meu pai e minha mãe junto para que você nunca saiba o que realmente aconteceu antes de você nascer, pois os únicos que sabiam, quando você receber esse vídeo já estarão mortos. Talvez você nem queria saber disso e sim porque eu matei a sua mãe, mais foda-se eu não tenho nada a ver com isso e eu não quero que você sabia. Eu tenho certeza de que uma dessas coisas era a sua maior curiosidade desde que sua mãe morreu. Bom, acho que é isso. Você irá morrer sem saber da verdade, a sua verdade vai embora junto comigo! Adeus minha irmãzinha bastarda! - foi isso que Lia falou no vídeo.
- Eu não acredito nisso! - Gritei - Ela não podia partir e deixar pelo menos uma pista do que realmente tinha acontecido! Ela destruiu o meu presente e agora levou embora meu passado! Isso não se faz! - quando percebi eu estava em lágrimas, tudo aquilo era demais pra mim. Era
quase impossível de se acreditar! Lia era uma maldita! Eu tinha vontade de morrer amaldiçoando seu nome!
- Calma Nina! Ela fez isso pra que mesmo que você vença a guerra você fique marcada para sempre! Passe por cima disso! Recomece sua vida. - Philippe falou - a Sociedade Vampírica sabe que você é a única herdeira da família Tonson, todos os bens que eram daquele três vampiros agora são seus. Recomece sua vida em outro lugar. Você é legalmente livre para ir onde quiser. Você é emancipada.
Philippe estava certo. Eu podia recomeçar. Law ficaria ao meu lado e eu poderia morar tranquila na minha própria casa. Eu podia fazer isso! Eu só não podia como faria. Eu não podia ficar uma vida inteira amaldiçoando Lia e esquecer de pequenos prazeres da vida que nos faziam felizes.

Meses depois...

Depois daquele dia eu havia feito várias mudanças em minha vida, a primeira, eu havia deixado a Sociedade Hunter e a segunda, havia saído da casa de Lola e Saulo. Eu havia comprado uma casa a alguns quarteirões da casa deles e mais próxima da casa de Maya. Law não morava comigo ainda, porém eu havia contado tudo a ele o que havia acontecido comigo de verdade. Ele se surpreendera mais acreditou em cada palavra que eu disse, e ele me aceitou mesmo sabendo que eu era meia-vampira. Eu continuara na escola e agora eu havia arrumado um pequeno emprego em uma livraria.
Eu estava tendo uma vida normal. Mais mesmo uma vida normal tem seus altos e baixos...
Maya havia pegado Alexy com outra e havia terminado com ele. Ela estava inconsolável, porém nesse mesmo dia que ela foi a minha casa contar o que havia acontecido, Jared havia voltado de viagem e fora me ver. Eu expliquei tudo que havia acontecido e ele compreendeu, porém eu dei uma de cupido e pedi que ele acompanhasse Maya até a casa dela. Um mês depois eles estavam namorando e ela soube de tudo sobre a verdade de mim e Jared. No começo ela ficou assustada, mais ela aceitou numa boa e ficou feliz em ter um namorado que salva vidas de pessoas que não tem nada a ver com o mundo Hunter e Vampírico. Quando eles começaram a namorar firme de verdade, ele também deixou a Sociedade Hunter, pois essa era uma regra; você não pode ter uma mulher ou filhos esperando você voltar para casa pois talvez você não poderá voltar.
Ambas as Sociedades eram secretas, quase nenhum humano sabia da existência delas, mais ambas as Sociedades trabalhavam em conjunto para salvar os humanos, e os humanos nem sequer pensavam que tal coisa podia existir. Mais uma coisa eu podia dizer, a Sociedade Hunter mudou minha vida, pra melhor. Eu sabia o que eu era e eu sabia também que eu era forte o suficiente pra proteger quem eu amava e tudo isso graças aquela "pequena" coisa que o mundo nem sabia que existia.
Era sexta a noite. Law disse que viria a minha casa para passar o fim de semana já que seus pais iriam sair de viagem e só voltariam no domingo a noite. Tradução, ele queria um lugar onde teria comida quando chegasse em casa. Eu ri sozinha,tudo aquilo era tão normal e eu adora, depois de tudo aquilo ter uma vida normal, era perfeito.
- Nina! Cheguei! - disse Law abrindo e fechando a porta.
- Seja bem-vindo! - eu disse terminado de por a mesa. Ele veio até a cozinha e meu beijou, em seguida ele me pegou no colo e começou a me levar para o quarto, foi quando eu protestei.
- A comida vai esfriar.
- Eu não estou com fome. - respondeu ele sorrindo.
Então eu me deixei levar, eu podia fazer outro jantar depois.
Enquanto eu e ele nos amávamos eu pensei que por mais que Lia havia tirado meu passado, o meu presente e futuro ao lado de quem eu amava, agora pertencia somente a mim e a mais ninguém.
Fim...

Notas da autora:

Eu gostaria de agradecer a todos que leram a minha fic e espero que todos gostem da Concept Art que eu criei que em breve será postada.
E peço que nos comentários me digam de algum tema para minha próxima fic - estou sem criatividade >///< - acho que é só. Espero que eu tenha agradado a todos com a Sociedade Hunter *-*'

Por Nina


domingo, 9 de fevereiro de 2014

Aviso !

Oi pessoal ^^
 Vim avisar,que a minha fic "Até a Morte" vai dar uma pausa,pois eu estou terminando uma outra (aquela que esta em "Apresentação") e também porque eu ando meio sem idéias pro capitulo 6...Vou escrever até o 7 ou 8,pois já tenho um grande final em mente.



Atenciosamente,Mimei-Chan


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Sociedade Hunter - 4

Capitulo 4 – Completo Êxtase 
  
A semana se passou depressa, e eu havia saído com Jared todos os dias desde sábado, eu realmente estava começando a gostar da companhia dele. Law tinha evitado contato comigo desde então, e Lola estava feliz, já Saulo estava com o pé meio atrás. Eu havia contado a Maya sobre o Jared e ela estava muito feliz que eu estava me apaixonando por outro cara e que estava começando a parar de sofre pelo Law.
Era quinta à noite, havia acabado de anoitecer, Jared me convidou para tomar um sorvete e eu aceitei, passamos a tarde toda juntos. Ele foi me levar pra casa e desceu do carro junto comigo, um coisa que ele nunca tinha feito antes. 
- Eu não queria estragar a nossa tarde – começou ele – então eu resolvi dizer isso agora.  
- O que foi Jared? – perguntei 
- Eu vou sair com a Sociedade atrás de um Vampiro que está causando problemas na Austrália – respondeu ele – e eu não sei quando vou voltar. 
- nossa, que coisa – respondi – eu sinto muito. 
- Tudo bem – respondeu ele – eu posso aguentar. 
Nós ficamos em silencio por alguns minutos, olhando um para o outro, até que ele me puxou e me beijou, ele nunca tinha me beijado antes, nunca, mais eu não ligava que ele me beijasse naquele momento, eu estava começando a me apaixonar pelo Jared. Ele beijou meus lábios delicadamente, suas mãos estavam em minha cintura. O beijo estava se prolongando e ficando cada vez mais intenso, foi quando fomos interrompidos. 
- O que está acontecendo aqui? – disse a voz de Law. 
Imediatamente Jared se afastou de mim, e eu pude ver que ele ficou surpreso ao ver que era meu “irmão”. 
- Um beijo. – respondi – você nunca viu? – disse com sarcasmo. Eu me voltei para Jared. – desculpe por isso. Eu vejo você quando voltar de viagem? – perguntei 
- Claro que sim. – disse ele me dando um selinho – Tchau Nina.
- Tchau Jared. 
Ele entrou no carro e se foi. Voltei-me para Law e não disse uma palavra, passei esbarando no ombro dele e entrei em casa e subi diretamente para meu quarto. Tirei minha roupa e tomei um banho para tentar me acalmar, eu estava com raiva. Assim que eu sai do chuveiro coloquei meu pijama da Victoria Secrets e deitei na cama, tentando esquecer tudo aquilo que havia acontecido. 
Eu estava quase dormindo quando bateram na porta do meu quarto, ao abrir me deparei com Law que instantaneamente ficou vermelho ao me ver de pijama. Por que todas as vezes que eu estava de pijama ele aparecia? 
- Oi. - ele falou
- Oi. - respondi
- Eu quero conversar com você. Eu posso? - pediu ele olhando para baixo. 
- Pode, entra. - falei, disse sentando em minha cama e fazendo um sinal para que ele também se sentasse. - Então, pode dizer. 
- Esse rapaz que você estava beijando hoje – começou ele sem jeito – ele é seu namorado? 
- Isso não é da sua conta! – respondi rudemente.
- É sim, porque você é minha irmã! – rebateu ele.
- Eu já disse a você para parar de agir como tal! 
- Mais eu não quero deixar de ser seu irmão mais velho! – disse ele vermelho de raiva. Eu estava com muita raiva, com tanta raiva que eu comecei a chorar. 
- Desculpe, eu não queria fazer você chorar. - ele disse se aproximando de mim. - Agora eu estou intrigado com que Maya me disse hoje quando busquei Lia na escola. - ele disse se aproximando ainda mais de mim, mais eu me preocupei ainda mais com o que Maya podia ter dito a ele. Ele voltou a falar - Ela me disse... Disse... Que... - ele puxou meu rosto, fazendo com que nossos rostos ficassem frente a frente - Que, você... Gosta de... Mim. Isso, isso é verdade? - Eu nunca pensei que Maya falaria a ele o que eu sentia. - Por favor Nina, me diga a verdade. E só ela que eu quero saber. 
- Do que adianta saber a verdade? - respondi tentando me soltar dele, mais ele prendeu meu rosto ao dele. - isso importa pra alguém? 
- Pra mim importa, e muito. - respondeu ele.
- Porque você quer saber? Você não ama a Lia? E porque você está agindo comigo como se eu não tivesse te dado um tapa? E falado pra você nunca mais agir como se fosse meu irmão?  - perguntei desesperadamente 
- Responda a minha pergunta primeiro. - ele disse com firmeza.
- Não, eu não gosto de você. - menti - eu nunca vi você como mais que um irmão. 
- Eu já imaginava. - pude ver que ele estava muito triste - agora respondendo sua pergunta, eu queria saber se você me amava porque eu amo você, eu não amo a Lia, eu comecei a namorar ela para poder tentar te esquecer, mais eu não consegui. Eu te amo Nina! Eu te amar, e a respostas pra todas as suas perguntas! - eu fique muito surpresa, ao saber de tudo aquilo, mais eu não podia contar a ele a verdade, não agora. Nós dois ficamos ali em silêncio olhando um para o outro por vários minutos, todas as vezes em que eu tentava me recuar ele me prendia contra seu rosto. - Então, eu só quero ter certeza de uma coisa. – disse ele quebrando o silencio entre nós.
Quando ele disse isso eu não entendi muito bem, mais segundos depois eu entendi bem demais. Eu juro que ele tentou me beijou delicadamente, mais ele não conseguiu. Assim que seus lábios tocaram os meus, não ouve mais delicadeza, ouve ardência e desejo. Assim que ele viu que eu estava correspondendo com a mesma intensidade, ele me abraçou colando meu corpo junto ao dele, eu não precisava mais respirar, eu só precisava dele. Ele foi sentindo que eu também o desejava, e me beijava cada vez mais, eu sabia que era errado, eu estava saindo com o Jared, porém qualquer sentimento que eu tinha ou poderia ter por ele, foi completamente esmagado quando Law beijou meus lábios. 
Eu estava totalmente perdida em seus beijos. As mãos de Law estavam em minha cintura e as minhas estavam segurando seus cabelos. Eu pude sentir que ele sorria enquanto me beijava. Eu estava totalmente arrepiada, meu corpo inteiro ardia de desejo, e a felicidade era intensa. Law desceu as mãos da minha cintura até as minhas coxas, por elas, ele me colocou sentada em seu colo. Quando me dei conta ele havia
tirado minha blusa, e suas mãos dançavam em minhas costas, aquela sensação era perfeita. Eu o ajudei a tirar sua camisa, logo depois ele havia me deitado e estava beijando meu pescoço, naquele momento eu não desejava nada a mais que ele. 
- Eu sabia que você me amava. Eu só precisava ter certeza. - ele falou sorrindo. 
Eu não respondi com palavras e sim com um beijo, ele pareceu satisfeito com essa resposta e em minutos depois, nós dois estávamos somente de roupa intima. Não importava que horas eram, nem que eu tinha que a namorada dele havia matado minha mãe, o que importava era que eu o amava e ele também me amava, então me entreguei a ele sem medo algum. 
Eu me deitei em seu peito para poder abraçá-lo, assim que eu me deitei ele começou a acariciar meus longos cabelos negros. Foi tudo tão perfeito que parecia um sonho. Eu estava em um completo êxtase.
- Eu nunca imaginei que você... - ele estava corado - nunca tivesse...
Eu ri e eu pude sentir meu rosto esquentar. 
-  Eu me guardei dezesseis anos para você. - contei - Eu queria que fosse com você!
Dessa vez foi ele quem riu.
- Eu também, esperei por você dezessete anos. - isso me surpreendeu. 
- Quer dizer que você também nunca havia...?  - Eu sentir minhas bochechas esquentarem - Mais e a Lia?
- Eu não sinto a menor atração física por ela, - ele respondeu - E eu também queria que fosse com você. 
- Nossa... Eu pensei que você já tivesse dormido com Lia. - falei honestamente
- Ela não exerce um milésimo da atração que você exerce em mim. - respondeu ele firmemente. - Mais uma coisa me intriga esse cara com quem você esta saindo, eu pensei que você já tivesse dormido com ele. - ele parecia irritado.
- Ele nunca chegou a esse ponto, hoje a tarde ele me beijou pela primeira vez. E eu não sinto atração física por ele. - respondi 
- Isso é muito bom. - ele parecia contente por eu não sentir atração por mais ninguém. 
- Sabe Law, - eu fiquei preocupada - seus pais, não vão chegar em casa? 
- Agora não, - ele sorriu - eles vão ao cinema e em seguida jantar fora. Vão chegar as dez. Temos a noite toda. - ele falou passando um de seus braços por minha cintura e me puxando para poder me beijar. 
- Law... Mais e a Lia? 
- Eu vou terminar com ela assim que possível, não quero ficar longe de você nunca mais, agora que sei o que você sente por mim. - ele falou - mais e você? Vai mesmo se mudar? 
- Vou. E se você quiser pode vir comigo. - ofereci. 
- Vou pensar. - respondeu ele me beijando novamente. 
Ficamos assim namorando a noite toda. Mais quando eu olhei ao celular o nosso tempo havia acabado, já eram quase dez horas e meus padrinhos estavam para chegar. 
- Os seus pais devem chegar em breve. - Anunciei
- Que coisa! - disse ele se levantado e se vestindo. - o que você vai fazer agora? - perguntou ele 
- Tomar um banho e sair. - respondi
- Você vai a onde? - perguntou ele curioso.
- Srta. Maya me deve explicações. - disse sentando-me na cama. 
- Ah, - respondeu ele rindo - pegue leve com ela.
- Tudo bem. - respondi.
Ele terminou de se vestir e veio até mim e me beijou, me beijou e me beijou. Até que ouvimos o barulho do carro chegando. Ele se afastou um pouco e olhando em meus olhos disse:
- Eu amo você. 
- Eu também amo você e muito. - respondi
- Então porque mentiu? - perguntou ele
- Medo. 
Ele pareceu entender, me deu um beijo rápido e saiu do meu quarto. Entrei no banheiro e assim que eu liguei o chuveiro pude ouvir que meus padrinhos haviam entrado em casa. No banho parecia que tudo o que acontecera naquela noite não passava de um sonho de tão perfeito que havia sido, cada toque, cada  olhar, cada beijo... Haviam sidos perfeitos. 
Sai do banho e vesti uma roupa qualquer. Desci as escadas silenciosamente e sai. Fui andando até a casa de Maya, ao chegar eu mandei uma mensagem. 
Preciso falar com vc estou na frente de sua casa.
Minutos depois ela apareceu, ela parecia culpada e rezando para não ser morta. Eu ri de sua expressão. 
- Calma menina eu não vou te matar - disse descontraída 
- Ok, eu quero detalhes. - falou ela batendo palmas.
- Oi? 
- Eu tenho a ver com tudo o que deve ter acontecido com você hoje. - ela suspirou - bom, eu vou te contar tudo desde o começo. Hoje eu vi quando Law chegou na escola com Lia, então presumi que ele iria buscá-la. Assim que o sinal bateu eu corri desesperadamente ao encontro dele antes de Lia, e acabei descobrindo o que ele sentia por você. Eu então falei que você sentia o mesmo, porém que você nunca mesmo daria o braço a torcer. Então eu dei uma ideia pra ele. Que ele te beijasse. Eu sabia muito bem que você não iria resistir a isso então... - agora ela se voltou pra mim com cara de ansiedade. - Agora a Senhorita pode me falar tudo. 
- Seu plano deu certo. Eu... - corei - eu me acertei com ele. - disse sorrindo.
- Vocês...? - perguntou ela
- Sim! - respondi feliz da vida.
- Oh céus! - ela deu risada - Finalmente! 
- Foi perfeito! - anunciei 
- Mais peraí! - ela falou - foi a sua primeira vez não foi? 
- Foi, - disse me lembrando daquele momento perfeito. - tanto a minha como a dele. - contei a ela.
- Oh meu pai! Eu não creio no que eu ouvi! Ele não dormiu com a Lia? - disse ela incrédula
- Não - respondi a ela feliz - Ele me contou que ele não sente um pingo de atração por ela. 
- Isso é ótimo! - ela parecia tão feliz quanto eu
- É sim! 
Ela me abraçou e ficamos dando risada por motivo nenhum. Depois conversamos sobre vários outros assuntos, principalmente de como ia o namoro dela com o Alexy. Ao olha para o relógio, vi que já eram onze horas, me despedi de Maya e voltei pra casa. 
Entrei em casa de fininho, peguei algo pra comer na geladeira e subi para o meu quarto, eu comi um lanche de presunto e queijo e escovei os dentes, coloquei o pijama e deitei. A porta do meu quarto se abriu silenciosamente, olhei assustada mais isso logo passou, pois era Law. Ele entrou no meu quarto e fechou a porta, veio até a minha cama onde me beijou e em seguida tirou a camisa. Não sei o porque disse, mais não me incomodou. 
- Eu queria ficar perto de você. - ele explicou
- Mais se seus pais te pegarem aqui eles vão nos matar. 
- Eles não vão nos pegar. Porque eu sei como enganá-los. - ele falou deitando-se ao meu lado.
- você vai dormir aqui? - perguntei com o rosto em chamas.
- Sim, vou embora antes que meus pais acordem. - prometeu ele. 
- Que bom. - disse beijando-o 
Ele me abraçou e assim dormirmos abraçados um ao outro. 
Continua...

Por Nina Carvalho